UFC: Jéssica Andrade diz que trabalha como entregadora para ganhar dinheiro
A ex-campeã peso palha do UFC Jéssica Andrade diz que tem trabalhado como entregadora para ganhar um dinheiro extra enquanto se recupera de uma lesão.
A brasileira, de 34 anos, não compete desde a derrota para Loopy Godinez em agosto passado, quando machucou o ombro.
Andrade já lutou 30 vezes no UFC desde sua estreia em 2013, vencendo 17 lutas.
“Trabalho como entregador. Entrego refeições e coisas do tipo. Só pego os pedidos pelo aplicativo e faço as entregas”, disse. Andrade disse, externo no podcast brasileiro de MMA Direto de Vegas.
“Eu faço o que for preciso. Não tenho medo do trabalho duro. Posso fazer praticamente qualquer coisa.”
Andrade disse que iniciou um projeto de paisagismo na casa da amiga, que envolve retirar pedras, derrubar grama e pintar cercas.
“Se eu for boa nisso, isso se tornará mais uma coisa que posso acrescentar se algum dia ficar sem dinheiro. Precisamos de algum dinheiro extra”, disse ela.
Em 2018, Andrade disse que vendeu roupas, mochila e luvas do UFC porque estava com dificuldades para conseguir patrocinadores, mas acrescentou que foi “muito bem paga” na promoção.
Em 2023, ela disse que lutou cinco vezes para pagar o divórcio, enquanto no ano seguinte acusou o ex-técnico Gilliard Paraná de lhe reter dinheiro. O Paraná negou todas as acusações.
O pagamento dos lutadores do UFC foi questionado por atletas e pela mídia depois que o boxeador Conor Benn assinou um acordo Acordo de uma luta de £ 11 milhões com a Zuffa Boxing, de propriedade do presidente do UFC, Dana White.
O UFC destina cerca de 20% da receita para o pagamento dos lutadores, enquanto os boxeadores recebem cerca de 60% da receita de seus eventos.
Questionado sobre críticas, White apontou UFC aumento salarial dos lutadores desde 2001.