PRA-JA diz estar a preparar programa para responder às dificuldades dos cidadãos caso chegue ao Governo – Correio da Kianda
O PRA-JA Servir Angola está a preparar um programa de governação centrado nas pessoas e destinado a responder às principais dificuldades dos cidadãos, caso o partido chegue ao Governo nas eleições de 2027.
A garantia foi dada este sábado, 22, pelo presidente do partido, Abel Epalanga Chivukuvuku, durante uma jornada de campo denominada “7/7, Ver, Ouvir e Partilhar”, realizada na Estalagem, em Luanda.
Segundo Chivukuvuku, o partido pretende construir as suas propostas a partir das preocupações apresentadas pelas comunidades, reforçando o contacto directo com os cidadãos.
“O PRA-JA se propõe a apresentar um programa de governação centrado nas pessoas e na realização dos seus problemas”, afirmou.
O líder do PRA-JA reafirmou a convicção de que o partido poderá assumir o Governo ou fazer parte de uma futura solução governativa depois das eleições de 2027.
“Mantemos a convicção de sermos governo ou parte do governo em 2027 e de proporcionar uma alternância política pacífica”, declarou.
A jornada “7/7, Ver, Ouvir e Partilhar” serviu igualmente para recolher preocupações das comunidades e aproximar o partido das populações.
Chivukuvuku reafirmou que o PRA-JA pretende continuar a ouvir os cidadãos para transformar as preocupações apresentadas em propostas concretas para o programa de governação.
A iniciativa enquadra-se na estratégia de preparação do partido para as eleições gerais de 2027, com foco na mobilização e no contacto directo com as comunidades.
O presidente do PRA-JA apelou ainda à participação dos cidadãos no processo de actualização do registo eleitoral oficioso, que decorre desde Junho.
Para Chivukuvuku, a participação dos eleitores é fundamental para garantir um processo eleitoral justo e transparente.
O PRA-JA pretende, assim, chegar ao próximo pleito com um programa construído a partir dos problemas identificados junto das populações e com a ambição assumida de fazer parte do próximo Governo.