Ainda é impressionante, mas não é mais uma novidade. É exatamente o que ele faz.
Há muito no conjunto de habilidades do jovem de 21 anos além dessas pontuações impressionantes.
Pollock tem um grande apetite por trabalho, superando uma montanha de carregamento de bola e ataques pelo Northampton em sua corrida ao título do Prem.
Ele é preciso e astuto em relação ao colapso, escolhendo sabiamente o momento de mergulhar para uma virada.
Mas sua capacidade de estar no lugar certo e na hora certa se algo estiver acontecendo, e de criar um momento mágico se não estiver, é o que o diferencia.
A questão agora é qual a melhor forma de soltá-lo.
Porque uma taxa de pontuação altíssima – uma a cada 56 minutos de rugby de teste – continuará levantando a questão de se e como Steve Borthwick deveria jogar contra Pollock desde o início.
A única partida de Pollock em 12 internacionalizações pela Inglaterra foi contra a Irlanda, nas Seis Nações deste ano.
A Inglaterra foi inundada naquele dia. A última fileira de Pollock, aos oito anos, com Ben Earl e Tom Curry de cada lado dele, foi superada e derrotada por Tadhg Beirne, Josh van der Flier e Caelan Doris.
O equilíbrio daquela última fila estava aquém de algum peso complementar? Ollie Chessum aos seis, Pollock aos sete e Earl aos oito seriam uma combinação melhor?

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