Antigos combatentes querem políticas mais inclusivas
Notícias de Angola – O presidente da Associação dos Antigos Combatentes, Constantino dos Santos, advogou neste sábado (8) a necessidade do executivo criar políticas de acompanhamento da situação em pormenor da população em geral.
Em declarações ao Notícias de Angola em alusão ao 41° aniversário desta associação assinalados hoje, o responsável apelou às entidades de direito no sentido de prestarem uma atenção especial a esta classe.
Sustentou que não devem ser vistos como uma geração em extinção, uma vez que os seus filhos os acompanharam nas diversas formas de luta travadas contra o colonialismo português.
” Os nossos filhos vivenciaram o nosso sofrimento nas cadeias da pide dgs, no exílio,nos campos de concentração, assim como na luta de libertação nacional desencadeada pelos antigos combatentes”, realçou.
Constantino dos Santos frisou que os antigos combatentes apenas exigem que sejam respeitados com dignidade para evitar passarem por mendigos, uma vez serem os precursores da independência alcançada a 11 de Novembro.
Questionado sobre a materialização dos projectos sociais da associação, afirmou que estão em consonância com a Federação dos Antigos Combatentes, interlocutor válido com o Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, assim como com a Assembleia Nacional.
Sustentou que os antigos combatentes sempre manifestaram a sua vontade em contribuir para o desenvolvimento do país participando na execução de acções concretas.
A Associação dos Antigos Combatentes apesar das dificuldades financeiras enfrentadas está implantada nas 21 províncias do país.